Neste livro, o autor explora os limites entre a poesia e a filosofia. Recupera, através da experiência corporal, da observação e percepção da chuva, tema que já mereceu a atenção de grandes nomes da poesia mundial, a essência poética que emana da chuva. Sem ficar refém das regras de estilo, nem das doutrinas estéticas dominantes, o autor cria uma obra que permite, ao mesmo tempo, a reflexão e o conhecimento mais profundo da realidade. Nestes trinta poemas, poesia e arte se completam e abrem caminho para a liberdade artística do poeta. No mais, é como se diz: quem entra na chuva tem de se molhar. Isto vale, também, para os leitores deste novo livro de João Evangelista Rodrigues.